12/08/2011 - 08h43
Mudou nossa relação com o ato de estar informado
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Por Fábio Jorge Celeguim
Estar bem informado a respeito do que acontece a nosso redor, seja na vida pessoal ou principalmente na profissional, nunca deixou de ser uma exigência do mercado. O que mudou muito nos últimos anos foi nossa relação com o ato de estar informado.
Antigamente precisávamos correr atrás de informações. E o correr era, literalmente, correr. Jornais e revistas internacionais ficavam restritos a pouquÃssimos exemplares em bancas muito especÃficas e eram consumidos imediatamente pelos mais rápidos.
O leque de opções de tÃtulos para assinatura era super reduzido e restrito a assuntos gerais. Acesso a conteúdo especÃfico do seu segmento de atividade era limitado sonho de consumo.
Hoje temos a nosso dispor assinaturas de jornais e revistas nacionais e internacionais, sejam elas de conteúdo genérico ou segmentado, sites com as principais notÃcias dos principais jornais do mundo, traduzidos para nosso idioma, serviços de RSS, serviços de notÃcias no smartphone, edições de jornais e revistas disponÃveis para download via tablet em qualquer lugar o mundo, canais 24 horas de notÃcias, e novos veÃculos de mÃdia que trazem informações para dentro do elevador, do supermercado, do ônibus e do metro. Ou seja, é só estarmos acordados e disponÃveis que temos acesso a informação.
Dentro desse contexto entendo que:
No passado ter acesso a informação era o diferencial. Hoje a diferença esta na velocidade em transformar a informação em insumo para o processo de tomada de decisão.
Essa mudança parece simples, mas por trás do pequeno jogo de palavras existe uma gigantesca mudança de postura e de atitudes já que hoje a informação por si só não te diferencia, pois todos a tem.
O que o diferencia é sua capacidade de rapidamente digerir a informação e transformá-la em matéria bruta para discussão com a equipe, em insumo para direcionamento de atividades ou projetos ou em subsÃdio para reflexão. E por fim, após essa discussão, direcionamento e reflexão, transformá-la em estratégia.
Resumindo, lembre-se que agora além do aprender, você precisa preocupar-se, também, com o aplicar.
Fonte: Blog Gestão Estratégica e Governança, em Você S/A