14/10/2009 - 09h51
Mais de 50% das empresas bloqueiam acesso às redes sociais
Levantamento da Robert Half, realizado com companhias norte-americanas, mostra que 19% delas liberam ferramentas como Twitter e Facebook para negócios, enquanto 16% admitem uso pessoal das ferramentas
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Apesar da disseminação da Web 2.0 no ambiente corporativo, 54% das organizações nos Estados Unidos bloqueiam o acesso dos funcionários a redes sociais, como Twitter, Facebook e MySpace. O dado faz parte de uma pesquisa divulgada pela consultoria em recrutamento de executivos Robert Half, a partir de um levantamento com 1,4 mil CIOs.
De acordo com o estudo, 19% das empresas aceitam o uso das redes sociais para negócios, enquanto 16% admitem o uso pessoal das ferramentas. E, no geral, apenas 10% dos executivos entrevistados citaram que permitem o acesso a todo o tipo de ferramenta colaborativa durante as horas de trabalho.
"Acessar redes sociais pode tirar a atenção dos empregados de outras prioridades. Então, é compreensÃvel que algumas companhias limitem o uso", diz o diretor executivo da Robert Half Technology, Dave Wilmer. "Para algumas profissões, porém, esses sites podem ser usados como ferramentas efetivas de negócios e esse pode ser o motivo para que uma em cada cinco empresas permita seu uso para propósitos relacionados ao trabalho".
Queda na produtividade
A Nucleus Research, empresa de pesquisas da área de tecnologia, divulgou em julho um estudo que aponta uma queda de 1,5% na produtividade de empregados que acessam o Facebook no ambiente de trabalho. A pesquisa também mostra que 77% dos 237 profissionais entrevistados, que possuem contas no Facebook, entram no site durante o expediente.
A pesquisa da Nucleus revela que "alguns" empregados passam até duas horas por dia no site, mas não especificara quantidade exata de pessoas que se encaixam nessa categoria. O estudo também aponta que um em cada 33 trabalhadores acessa o Facebook apenas no trabalho. Destes, 87% dizem não ter motivos profissionais para acessar a rede social.
Fonte: Revista CIO