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Por Karin Sato
Para as micro e pequenas empresas, a gestão financeira é o caminho para enfrentar esta crise financeira e o perÃodo de recessão nas principais economias desenvolvidas que ela pode trazer. O conselho é do diretor-administrativo financeiro do Sebrae, Carlos Alberto Santos.
"Em qualquer situação, a gestão das empresas tem que ser firme, profissionalizada e voltada para um controle estrito de fluxo de caixa, de redução de custos e de aumento da competitividade dos pequenos negócios. Sem isso, o pequeno negócio não sobrevive, mesmo se não tivéssemos essa preocupação no horizonte", disse ele, segundo a Agência Brasil.
Momento não é de pessimismo
Para o diretor-administrativo do Sebrae, o momento não é de pessimismo, apesar de os pequenos empresários já sentirem as conseqüências da restrição do crédito. Ele minimizou a gravidade da situação: "Não é nada tão dramático que leve à uma falta de linhas de crédito ou de capital de giro". Além disso, segundo ele, os empréstimos com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) não foram afetados.
Otimista, ele vê a crise como uma oportunidade para setores que estavam sob forte concorrência de produtos importados, ou que diminuÃram as exportações por causa da taxa de câmbio desfavorável.
Santos enxerga com bons olhos as articulações do governo federal para combater os efeitos negativos da crise global no Brasil, tanto a injeção de recursos no sistema financeiro quanto a continuidade das polÃticas de investimento, em especial das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). "Essas ações fazem com que o quadro se estabilize e as pequenas empresas são favorecidas", finaliza.
Fonte: Site InfoMoney
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