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Por Karin Sato
O excesso de regulação tem sido considerado, nos últimos anos, uma das principais preocupações das empresas, sendo um componente capaz de afetar a decisão de negócios em vários paÃses.
Isso pôde ser constatado na 4ª Pesquisa de LÃderes Empresariais Brasileiros, cujos resultados foram extraÃdos dos dados da 11ª Annual Global CEO Survey, da PricewaterhouseCoopers, realizada entre setembro e novembro do ano passado e que contou com uma amostra de cem entrevistas realizadas no Brasil. No total, entretanto, foram 1.150 CEOs de 50 paÃses.
Para 65% dos entrevistados brasileiros, as estruturas regulatórias continuam a ser determinantes na decisão de investimento. No resto do mundo, essa mesma opinião é compartilhada por 63% dos CEOs (a sigla em inglês para diretor executivo).
Tributos são queixa número um
Na opinião dos CEOs brasileiros, as áreas prioritárias nas quais o governo deveria promover melhorias são o regime tributário (55%), a legislação trabalhista (53%) e o sistema de educação (32%).
Entre os diretores dos demais paÃses, a legislação trabalhista é apontada como área prioritária para melhorias que podem adequar as leis à s novas relações no mercado de trabalho.
Muitos deles argumentam que a eficiência na gestão de pessoas é determinante para o sucesso ou o fracasso nos negócios, já que, do ponto de vista da maioria dos CEOs, suas principais fontes de vantagem competitiva são os talentos que dispõem, além de outros fatores também ligados à gestão dos recursos humanos, como o atendimento aos clientes e a capacidade de adaptação a mudanças.
Fonte: Site InfoMoney.
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