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O estudo da RSA aponta que 94% dos colaboradores das empresas estão familiarizados com as polÃticas de segurança de TI, mas 53% sentiram necessidade de contorná-las para conseguir trabalhar.
No Brasil, 71% das pessoas enviam dados corporativos para o e-mail pessoal, com o intuito de acessá-lo em casa. O dado foi detectado em um estudo conduzido pela RSA - unidade de segurança da EMC. Segundo Roberto Regente, diretor-geral da companhia para América Latina, os números ficam bem acima de paÃses como Estados Unidos, onde esse Ãndice é de 50%. De acordo com Regente, os números devem servir de alerta para as áreas de segurança da informação das empresas, uma vez que essa pode ser uma forma de deixar as informações corporativas vulneráveis. "Quando um trabalho está no endereço de e-mail pessoal do colaborador, podemos afirmar que ele está em uma rede perigosa, como é a internet", explica.
Contudo, embora a mobilidade seja essencial para a agilidade dos negócios, o fato de obter informações desprotegidas pode ser considerado como um dos principais desafios no momento em que as empresas irão definir as suas polÃticas de segurança. "Primeiramente, é necessário que elas procurem a sua identidade corporativa", afirma Regente. Além disso, ainda de acordo com o executivo, outro fator importante seria definir quais tipos de risco a mobilidade poderia causar para a companhia para assim, concluir as suas medidas de segurança e controle.
Ao mesmo tempo, a pesquisa ressalta que as organizações deveriam incorporar tecnologias de segurança mais convenientes, invisÃveis e em camadas, capazes de reduzir os fatores que levam os funcionários a quebrar as regras e violar as polÃticas de segurança da própria empresa. O estudo aponta que 94% dos colaboradores estão familiarizados com as polÃticas de segurança de TI de suas organizações, mas 53% sentiram necessidade de contorná-las para conseguir trabalhar. Força do DLP Regente aponta o DLP (prevenção de dados, da sigla em inglês) como uma tendência em tecnologia, no Brasil e no mundo, em 2009.
A pesquisa mostra ainda que 89% dos entrevistados freqüentemente realizam negócio remotamente através de uma rede privada virtual. Além disso, 58% acessam o e-mail do trabalho via computador público e 65% acessam o e-mail do trabalho via hotspot wireless público. Cerca de 80% dos colaboradores afirmaram que saem do local de trabalho transportando um dispositivo móvel com informações confidenciais relacionadas ao seu trabalho, como um laptop, smartphone e/ou flash drive USB. O risco de vazamento de dados aparece quando o estudo revela que um em cada 10 funcionários perdeu um laptop, smartphone e/ou flash drive USB contendo informações corporativas, principalmente no México, atingindo 29% dos entrevistados. Os Estados Unidos apresentou o Ãndice mais baixo, com 5% de perdas. A pesquisa contou com a participação de 417 entrevistados. Entre eles, 46% são profissionais de TI de empresas dos setores financeiros e de tecnologia. Mais da metade faz parete de empresas com mais de cinco mil funcionários.
Fonte: Site Uol.
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