Gestão Comercial
Busca:

Artigos de Gestão Comercial

25/03/2011 - 09h02

As 25 maiores empresas da ficção

A+

A-

Altera o tamanho da letra

Por Fernando Cymbaluk

Quais são as maiores companhias do mundo ficcional? A revista Forbes foi atrás das empresas mais rentáveis do mundo dos desenhos animados, filmes e ficções científicas e preparou uma interessante lista com 25 empreendimentos fantásticos. À frente delas estão empreendedores pra lá de criativos. Elas movem a economia de mundos encantados e cidades cheias de heróis e vilões. E fazem de tudo, de chocolates a entorpecentes utilizados no espaço intergaláctico.


Na lista aparecem empresas antigas e tradicionais, como a Wayne Enterprises, propriedade do bilionário Bruce Wayne, cuja identidade secreta é Batman. Sediada em Gotham City e atualmente formada por um conglomerado multinacional, a Wayne é uma das mais velhas da lista, fundada por mercadores ancestrais da família Wayne no século XVII.


Já entre os empreendimentos mais modernos, situadas num futuro intangível, surgem empresas como a Spacely Space Sprockets, da série animada Os Jetsons, a Sirius Cybernetics Corp, do Guia do Mochileiro das Galáxias, e a Choam, a poderosa corporação espacial do romance Duna, de Frank Herbert, que ficou em primeiro lugar na lista. Apesar de algumas empresas operarem num futuro distante, a lista da Forbes considerou um faturamento hipotético no ano de 2007 para todas, para possibilitar a comparação.


Entre os destaques, estão também a Rich Industries, cujo CEO é o menino mais rico do mundo, o Riquinho; a Gringotts, um banco administrado por Goblins que fez sucesso recentemente entre os milhões de fãs de Harry Potter;  e a Acme Corporation, umas das marcas mais curiosas da lista. Famosa em todo universo Looney Tunes, ela não possui uma atividade definida e fabrica qualquer produto que se possa imaginar, não importando muito a sua inutilidade.

Seus produtos costumam não funcionar no momento certo, colocando em perigo os usuários, que acabam com o rosto explodido por uma dinamite ou a cabeça esmagada por uma bigorna. Mas o serviço de entrega da Acme é um dos mais eficazes, bastando o cliente fazer a encomenda pelos correios para receber o produto em alguns segundos. Sobre esse serviço, o Coyote que o diga.

Confira abaixo a lista elaborada pela Forbes:


As 25 maiores empresas do mundo das ficções:

Companhia  -   Universo Fictício  -  Receita em 2007 (em dólares)

1. CHOAM  -  Duna  -  US$1.7 trilhões

2. Acme Corp.  -  Looney Tunes  -  US$348.7 bilhões

3. Sirius Cybernetics Corp.  -  O Guia do Mochileiro das Galáxias  -  US $327.2 bilhões

4. MomCorp  -  Futurama  -  US $291.8 bilhões

5. Rich Industries  -  Richie Rich (Riquinho)  -  US $163.4 bilhões

6. Soylent Corp.  -  Soylent Green (À Beira do Fim)  -  US $157.1 bilhões

7. Very Big Corp. of America  -  Monty Python  -  US $146.6 bilhões

8. Frobozz Magic Co.  -  Zork  -  US $112.9 bilhões

9. Warbucks Industries  -  Lil’ Orphan Annie  -  US $61.5 bilhões

10. Tyrell Corp.  -  Blade Runner  -  US $59.4 bilhões

11. Wayne Enterprises  -  Batman  -  US $31.3 bilhões

12. Virtucon  -  Austin Powers  -  US $24.9 bilhões

13. Globex  -  Os Simpsons  -  US $23.7 bilhões

14. Umbrella Corp.  -  Resident Evil  -  US $22.6 bilhões

15. Wonka Industries  -  A Fantástica Fábrica de Chocolate  -  US $21.0 bilhões

16. Stark Industries  -  Homem de Ferro  -  US $20.3 bilhões

17. Clampett Oil  -  A Família Buscapé  -  US $18.1 bilhões

18. Oceanic Airlines  -  Lost  -  US $7.8 bilhões

19. Yoyodyne Propulsion Sys.  -  Crying of Lot 49  -  US $5.8 bilhões

20. Cyberdyne Systems Corp.  -  O Exterminador do Futuro  -  US $5.5 bilhões

21. d’Anconia Copper  -  Atlas Shrugged  -  US $5.0 bilhões

22. Gringotts  -  Harry Potter  -  US $4.4 bilhões

23. Oscorp  -  Homem-Aranha  -  US $3.1 bilhões

24. Nakatomi Trading Corp.  -  Duro de Matar  -  US $2.5 bilhões

25. Spacely Space Sprockets  -  Os Jetsons  -  US $1.3 bilhões


Fonte: Papo de Empreendedor
Indique este site Enquete
 
Sua empresa costuma recorrer a empréstimos e linhas de crédito?
 
Sim, para melhorias em nossa infraestrutura física e tecnológica
Sim, sempre que o financeiro está apertado
Não, procuramos manter as contas em dia para ter um caixa tranquilo
A situação atual é tentar sair do sufoco.
 
 




DígithoBrasil - Controle Financeiro Pessoal - Gestão Comercial

Desenvolvido por Gestão Ativa WebDesign