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21/05/2010 - 07h46

Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

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Por Ricardo Ferreira

Vivemos numa era em que o volume de informações disponíveis é cada vez maior. Em um processo contínuo e sem possibilidade de parada, milhões de mensagens tentam abrir espaço nas mentes de um público que conta com cada vez menos atenção - justamente pelo excesso de conteúdo lançado a ele.


Nesse contexto, conseguir capturar um instante das pessoas é das tarefas mais difíceis. Aqueles que pensam na comunicação corporativa de forma ampla compreendem o desafio: dentro das empresas, os colaboradores não se atentam ao que lhes é informado. Não por "má vontade" ou algo nesse sentido, mas porque é difícil transpor a imensa barreira de preocupações diárias que o mundo corporativo apresenta.


Já aqueles que trabalham na busca de atingir a grande massa de possíveis consumidores também sabem o quanto é difícil transmitir uma mensagem e fixá-la na mente dos receptores.


Como então conseguir bons resultados na comunicação? Como ser um emissor que consegue, de fato, transmitir um conceito, uma ideia?

Uma das saídas para isso é o chamado Experience Marketing, que consiste nas atividades interativas - das mais diversas possíveis - com o objetivo de comunicar algo: seja um conceito, um sentimento, uma marca, uma promoção, entre outras possibilidades.


Amplamente divulgado no exterior e dando seus primeiros passos aqui no Brasil, o conceito de experience marketing mostra que experiências são todas aquelas atividades que de alguma forma proporcionam momentos únicos e deixam sua marca na lembrança por um bom tempo.


Além disso, ela utiliza atividades originais e surpreendentes para que os clientes associem a marca empresarial de forma eficaz e duradoura. Assim, a experiência é uma das melhores formas de inspirar e recompensar colaboradores ou clientes.


Voar em um planador, aprender a surfar ou aproveitar uma relaxante noite em um hotel em ótima companhia. No Experience Marketing o que se leva em consideração é, como o próprio nome diz, a experiência de viver algo. A ideia é conseguir ganhar um espaço não só na mente das pessoas, mas sim em seus corações. Ou seja, manter uma lembrança boa que não se dissipará facilmente.


O retorno para uma marca que utiliza essa ferramenta é infinitamente maior, pois ela consegue se propagar com mais facilidade em uma alta velocidade, para um público específico, com menor margem de equívocos. Ou seja, associar marcas a vivências únicas pode ser considerado um investimento com alto grau de satisfação.

Fonte: Administradores
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