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Por Karin Sato
A perspectiva dos executivos para 2008 era a seguinte: 14% das empresas cresceriam entre 5% e 9%, mais da metade (66%), entre 10% e 49%, 7% delas, entre 50% e 99%, e 4%, mais de 100%.
Mas, no segundo semestre do ano, a crise global se intensificou e as perspectivas mudaram. O percentual daquelas que cresceriam entre 10% e 49% caiu para 39%. E mais: 25% devem registrar um faturamento este ano inferior ao de 2007, processo que a pesquisa chamou de recessão.
Os dados constam do estudo "Os impactos da crise americana no mercado brasileiro", realizado pelo Grupo Cherto, em parceria com a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e a Advance, e divulgado na terça-feira (9).
E o ano que vem?
Veja a perspectiva para as vendas de 2009, sem crise:
3% das empresas cresceriam mais de 100%;
6% cresceriam entre 50% e 99%;
33% cresceriam entre 25% e 49%;
37% cresceriam entre 10% e 24%;
13% de 5% a 9%;
5% expandiriam menos de 5%;
apenas 3% diminuiriam igual ou menos de 5%.
Agora veja o que mudou com a crise:
9% das empresas cresceriam entre 25% e 49%;
22% cresceriam entre 10% e 24%;
21% teriam expansão entre 5% e 9%;
19%, menos de 5%;
25% diminuiriam entre 5% e 50%, o que caracterizaria recessão, segundo classificou o estudo;
As outras 4% se distribuem nas demais faixas de crescimento.
A pesquisa foi realizada com 580 executivos em outubro e novembro deste ano. Cinqüenta e sete por cento dos entrevistados eram do ramo de TI e Telecomunicações. Também participaram representantes de empresas dos ramos de consultoria, alimentação, varejo, mÃdia e comunicação, vestuário, automotivo, saúde e bem estar, restaurantes, hotéis, entre outros.
Fonte: Site InfoMoney.
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